5º- Congresso de Gerenciamento de Projetos do PMI-MG

5º- Congresso de Gerenciamento de Projetos do PMI-MG - CHAMADA DE TRABALHOS

O Capítulo do PMI MG tem o prazer de convidar a comunidade de profissionais, acadêmicos e interessados em gerenciamento de projetos para submeter artigos para o 5º- Congresso de Gerenciamento de Projetos do PMI-MG.

Data: 08 a 10 de novembro de 2010

Local: Minascentro

Rua Curitiba, 1264

Belo Horizonte - MG – Brasil

http://www.pmimg.org.br/geral/VisualizarDestaque.aspx?Cod_destaque=702

Evento em Brasília

Vem ai, o 5º Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos e o 10º Encontro Internacional de Gerenciamento de Projetos. Marquem em suas agendas!

Brasília, 27 a 29 de outubro.

http://www.pmidf.org/v5/content.asp?ContentID=284

III Encontro Pernambucano de Gerenciamento de Projetos

Gerenciando Expectativas em Projetos nos Próximos 10 anos



Segundo o canal de notícias BBC, o Brasil será a 5a maior economia do mundo em 2026, se continuar com este ritmo de crescimento do PIB dos últimos anos.

E para que isto seja possível, projetos têm que acontecer. Seja Olímpiadas, PAC, programas de infraestrutura, seja outras iniciativas menores de outros setores da economia. Os próximos anos certamente serão promissores para os gerentes de projetos.
No entanto, esses projetos geram expectativas por parte de todas as partes interessadas e são essas diversas expectativas que traçam a fronteira entre o sucesso e o fracasso de um projeto.
Sabendo da importância do gerenciamento e atendimento das expectativas, o Instituto de Gerenciamento de Projetos de Pernambuco (PMI-PE) e a Câmara Americana de Comércio em Recife (Amcham Recife) promovem o 3o Encontro Pernambucano de Gerenciamento de Projetos: Gerenciando expectativas em projetos nos próximos 10 anos, com o objetivo de reunir profissionais renomados para discutir temas relevantes para o contínuo desenvolvimento da região e do país.


Data: 26/08 à 27/08
Horário: 08h00 às 18h00
Local: FIEPE - Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco
            Av. Cruz Cabugá, 767
            Recife/PE


Inscrições: http://www.amcham.com.br/eventos/tpl_evento?event_offer_id=1250067&organization_id=118

A DIFERENÇA É UM GUARDA-CHUVA

Em 11 de maio embarquei em um vôo da TRIP em Londrina, com destino para o Rio de Janeiro. Simultaneamente, passageiros embarcavam em um vôo da TAM para Porto Alegre. Havia uma chuva fina na pista. Os passageiros da TAM recebiam um guarda-chuva vermelho para se abrigar no trajeto sala de embarque-avião. Os passageiros da TRIP recebiam nada. Senti-me um passageiro menos importante do que os da TAM e fiquei pensando: a diferença entre duas companhias aéreas que certamente investem milhões de dólares em equipamentos e segurança acaba, algumas vezes, resumindo-se a um guarda-chuva para o cliente. Imagine você o que deve representar o custo dos guarda-chuvas da TAM no orçamento da empresa, certamente algo em torno de zero vírgula vários zeros um por cento. E é a diferença. Na manhã do dia seguinte, um pouco gripado, precisei comprar passagens. Adivinhem se pensei na TRIP! Comprei dois trechos da TAM. Se chover, eu tô garantido, pensei!

Brincadeiras à parte, deixe-me refletir junto com você como é necessário para quem gerencia uma empresa gostar de pessoas. Não pense tratar-se de um pensamento babaca, destes de almanaques populares sobre gestão. Gostar de pessoas é atributo fundamental para quem gerencia uma companhia, especialmente as empresas que atuam na área de serviços. O básico, fornecer um produto ou serviço dentro das especificações do cliente a um preço compatível, todos já fazem. Agora, cuidar dos detalhes (como o do guarda-chuva) poucos têm a inspiração. Em um cliente que admiro muito, a Drogaria Rosário, no DF, o presidente, Sr. Álvaro Silveira, sempre estimulou que o pessoal das lojas buscasse com guarda-chuvas os clientes no carro para que a própria venda não fosse abalada em dias chuvosos. Enquanto outros empresários do varejo apenas se queixam da chuva, o Sr. Álvaro e seus filhos sabem da importância do guarda-chuva, afinal de contas, medicamentos, perfumaria e descontos todo mundo dá, mas um guarda-chuva, não.

Lembrei-me de uma história das muitas contadas sobre Sam Walton. Na final da década de 80, um grupo de investidores brasileiros comprou uma rede de varejo na América do Sul e solicitou para dez CEOs americanos da área uma reunião e visita nos EUA para aprender a operar melhor a nova empresa. Todos os CEOs recusaram a solicitação ou nem responderam, exceto um: Sam Walton. Quando chegaram à cidade de Sam, no Arkansas, foram recebidos pessoalmente por ele que os bombardeou nos próximos dias com perguntas sobre o varejo na América Latina e especialmente no Brasil. No final, os brasileiros perceberam que era Walton, e não eles, quem estava aprendendo. Muitos ainda não entenderam porque a Wal-Mart em 2008 encabeçava a lista da Fortune 500 com 379 bilhões de dólares de faturamento anual.

A orientação para o aprendizado e a capacidade de atender bem os clientes, cuidando dos detalhes, são atributos raros. Permita-me dizer que os investimentos e as providências básicas todas as corporações fazem e tomam, por isto a diferença pode ser a humildade de Sam Walton ou um guarda-chuva.

Paulo Ricardo Mubarack
051 81 82 71 12
mubarack@terra.com.br
http://www.mubarack.com.br/

O APAGÃO DOS NOVOS ANALFABETOS

Por Paulo Ricardo Mubarack


Segundo o dicionário Houaiss: analfabeto é aquele que desconhece o alfabeto; que ou aquele que não sabe ler nem escrever; que ou aquele que não tem instrução primária; que ou aquele que é muito ignorante, bronco, de raciocínio difícil: que ou aquele que desconhece ou conhece muito mal determinado assunto ou matéria.

Tenho assistido à luta titânica das empresas para contratar. Há muito mais vagas do que profissionais capacitados para ocupá-las. Pessoas sem qualificação técnica, com extensos currículos e muitos diplomas, mas com pouco conhecimento teórico e prático e sem as atitudes adequadas de um profissional. A maioria gente muito nova, alguns até mesmo arrogantes, que nada valem no mercado, mas que se acham “o máximo”. Vários não possuem a mínima etiqueta empresarial, têm vida pessoal desorganizada e parecem desconhecer fundamentos da ética e do respeito. Pouca fibra é outra marca registrada deste extenso grupo de incapacitados para o trabalho, muitos não conseguindo resistir às pressões do dia-a-dia. Vivemos um apagão de mão-de-obra.


O problema é grave e muitos empresários e executivos de RH já o perceberam há muito tempo. Estamos diante de um grande grupo de “novos analfabetos”. Mal sabem escrever ou ler, mal sabem falar ou ouvir. Não tem qualquer curiosidade científica, não leem livros, não assinam publicações técnicas, não consultam dicionários, não estudam, não treinam. Em uma palestra para um grupo de representantes comerciais, pessoas que vivem quase que unicamente da venda, todos admitiram que NUNCA participaram de um treinamento em vendas. Os novos analfabetos nem mais se dão ao trabalho de revisar a ortografia do que escrevem no Word. Ontem li uma proposta de um fornecedor de consultoria em TI para um cliente meu onde estava escrito “atender as suas ESPECTATIVAS”. Noutro dia, recebi um email de um advogado que se dizia “ANCIOSO” para comprar o meu livro. Em recente auditoria em uma fábrica, perguntei para um jovem engenheiro o que significava a variável k=2 escrita em um certificado de calibração que ele aprovou e ele me disse, mesmo tendo aprovado o instrumento: “nem desconfio...”. Gerentes não conhecem os indicadores de desempenho mais básicos para suas áreas e não os procuram nem no Google. Os novos analfabetos não têm ordem de grandeza. Leem muitas notícias rápidas nas manchetes da Internet e não conseguem entender o contexto destas notícias nem porque elas aconteceram ou as suas repercussões. Duzentas mil pessoas morreram no Haiti, mais de duas centenas morreram nas chuvas do Rio, um crime hediondo aqui e outro ali, fome na Índia, corrupção no Brasil. Mas e as causas? Nem pensar pensar nisto... Ah, em tempo: estes “profissionais”, os novos analfabetos, assumem ares de importância e sempre têm a opinião que ganham muito pouco...


Os novos analfabetos têm uma desvantagem em relação aos analfabetos antigos: não sabem que são analfabetos. Aqueles de então sabiam, estes de hoje não sabem. É a ignorância dupla, como diziam os gregos: eu não sei que não sei!


O que fazer? Oriento os empresários a selecionar profissionais com extremo rigor. Alguns me perguntam se isto não vai aumentar o valor da folha de pagamento. É claro que vai, mas vai também reduzir uma série de outros custos, oriundos da burrice e do relaxamento. Quem contrata gente ruim para pagar pouco ESTÁ INVESTINDO NA IGNORÂNCIA. Como disse um gerente em um cliente meu: “Quem deita com vira-lata, acorda com pulga”.


Paulo Ricardo Mubarack

051 81 82 71 12
mubarack@terra.com.br

POR QUE NÃO SABEMOS ADMINISTRAR O TEMPO?

Por Paulo Ricardo Mubarack


Tudo o que precisamos ou queremos fazer depende basicamente de dois recursos: dinheiro e tempo. Saber administrar estes recursos é fundamental para que tenhamos êxito em nossa vida pessoal e profissional. O tempo é o recurso mais crítico. Ao contrário do dinheiro, não pode ser poupado, emprestado ou recuperado, ele simplesmente passa. Podemos ficar milionários aos setenta anos de idade, mas não podemos ficar mais jovens. Aprender a administrar o tempo é, portanto, tão ou mais necessário do que aprender a gerir dinheiro e, paradoxalmente, não se enxerga esta necessidade da mesma forma que enxergamos a necessidade de aprender a ler, escrever ou dançar. Colocamos nossos filhos em aulas de inglês, informática e jazz, mas sequer cogitamos colocá-los em um curso de administração do tempo. Raras são as empresas que treinam seus gestores para gerenciar bem o tempo. Quando muito, fazem-se pequenos treinamentos de duas horas sobre o assunto. A constatação mais grave: quem não aprende a administrar o tempo tem dificuldades muito sérias para administrar qualquer outro assunto. Conheço muitos empresários e executivos com baixo desempenho em suas empresas e carreiras, apesar de serem trabalhadores e competentes tecnicamente, porque não sabem gerenciar o tempo. E a pior notícia: nem desconfiam de que esta seja a causa!


Como administrar então este recurso tão crítico? Não vou ficar escrevendo aquelas listas intermináveis de dicas do tipo “liste suas tarefas e calcule o tempo dedicado a elas” etc. Se você quiser estas dicas de planilhas e cálculos, busque um curso. Este texto não tem este objetivo. Apenas vou orientá-lo a:


1. Defina claramente aonde você quer chegar e só gaste o seu tempo com coisas que o levem para lá.


2. Elimine IMPIEDOSAMENTE o resto.


A regra número dois significa entender que quanto mais sucesso você tiver, mais gente chata e interesseira vai querer conversar com você. NÃO OS RECEBA. Elimine até aquelas festinhas chatas na família, onde você perde tempo ouvindo parentes burros e fracassados que só falam besteiras. Elimine de sua vida qualquer situação ou pessoa que o puxe para baixo, que não acrescente nada e que sugue seu tempo, seu dinheiro e sua energia. Para nada adiantarão mil cursinhos sobre administração do tempo se você não entender as duas regras citadas anteriormente.


Se você não definir claramente suas METAS (regra número um) você não saberá exatamente o que eliminar e nem terá disposição para isto (regra número dois). Nosso cérebro precisa de instruções muito claras para conduzir adequadamente nossas ações. Se você não informar claramente sua meta para seu cérebro, ele vai se comportar como um piloto sem um plano de vôo: vai fazer você andar á deriva, sem rumo e consumindo muita energia.


As duas regras são o ponto de partida para você começar a administrar seu tempo. Cursinhos e planilhas vêm depois, como um bom complemento.


Paulo Ricardo Mubarack


051 81 82 71 12
mubarack@terra.com.br
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Eventos de GP

Seminário em Gerenciamento de Projetos de PMI-GO

Em breve, inscrições serão abertas!
Goiânia-GO
11, 12 e 13 de maio de 2010
Ver mais em http://www.pmigo.org.br/site/ .



 Submissão de artigos técnicos para CNGP 2010
O PMI Bahia inicia o processo de submissão de artigos técnicos para o Congresso Nacional em Gestão de Projetos, a ser realizado em Salvador, entre os dias 11 e 13 de agosto de 2010.
Profissionais interessados em submeter trabalhos originais sobre lições aprendidas, estudos de caso, soluções que abordem problemas reais, entre outros assuntos no domínio da área de gerenciamento de projetos e que se enquadrem em um dos tópicos do Congresso devem conferir as regras de submissão para envio dos artigos.
Confira o regulamento em http://www.pmiba.org.br/userfiles/Regras%20Artigo%20Tecnico_Versao2(2)_alt.doc .

As seis profissões da área de tecnologia mais valorizadas em 2010

Por Computerworld/EUA


Com o novo ano e a estabilização da economia internacional, as empresas de tecnologia da informação voltam a abrir suas portas.


Demanda crescente para novos projetos.Funcionários veteranos saindo da companhia. Quem poderia reclamar dessas pressões nos últimos meses de 2009, quando o ano passou por uma nuvem de miséria econômica?


Certamente não o diretor de Tecnologia da Informação (TI) da Randall-Reilly Publishing, Shane Kilgore. Ele ficou magoado ao ver dois talentosos desenvolvedores de softwares saírem da empresa, mas encarou o fato como um sinal de que a economia está tomando seus primeiros passos rumo à recuperação.


Ele planeja contratar novos desenvolvedores em 2010, não apenas para substituir os que saíram, mas também para trabalhar em novos produtos que serão a demanda quando a recuperação melhorar.


“As coisas foram congeladas por causa da economia”, diz Kilgore. “Mas se não lançarmos produtos, não teremos lugares suficientes para que os consumidores possam investir o dinheiro.”

Ainda assim, com os sinais de recuperação e até mesmo crescimento de empregos em 2010, companhias como a Randall-Reilly darão prioridade às pessoas com habilidades que abrangem várias disciplinas.


Trabalho por projetos


Nem sempre, no entanto, as companhias vão ter um funcionário em tempo integral, segundo o vice-presidente sênior da Dice Holdings, Tom Silver. “Algo que vemos as empresas fazendo é trazer um funcionário trabalhar em um projeto e, quando os negócios voltam à ativa, elas o contratam para tempo integral”, afirmou Silver.


Segundo a previsão para 2010 da Computerworld, os planos de contratos para o ano novo não estão nos níveis de 2009. Menos de 20% dos 312 executivos de TI entrevistados disseram que planejam aumentar a equipe nos próximos 12 meses; em 2009, esse número era 26%. E cerca de 20% disseram que planejam reduzir as equipes de TI.

Para os profissionais de TI que estão ligados no assunto, aqui estão seis tipos de habilidades bem vistas por entrevistados que prentendem contratar funcionários para o setor em 2010.


1. Programação/Desenvolvimento de Aplicações


Entre as companhias que planejam contratar, a maior razão para isso é atender à demanda de novos sistemas e projetos. Isso explica porque essa é a função de programação e desenvolvimento de aplicações figuram como as mais valorizadas, de longe, segundo a pesquisa da Computerworld.
“Estamos vendo novos projetos recebendo aprovação”, afirmou Dave Willmer, diretor-executivo da equipe de TI da Robert Half Technology. É bem possível, segundo ele, que esses sejam projetos que foram cancelados no final de 2008 voltem ao cenário em 2010. A onda de novos projetos também está criando uma demanda por desenvolvedores de aplicações que possam atuar como analistas de negócios e gestores de projetos, de acordo com Willmer.
Em termos específicos, as companhias vão procurar desenvolvedores com conhecimento em .Net, Java, desenvolvimento web, código aberto e tecnologias de portal como o Microsoft Sharepoint, afirmou Willmer.
Cresce a demanda por pessoas que saibam linguagens de programação especializadas, como Ruby on Rails e Ajax, segundo Silver. Não há muitos empregos que precisam dessas habilidades, mas o número de oportunidades tem aumentado desde o começo de 2009.
Kilgore diz que ele gostaria de encontrar um desenvolvedor de softwares “híbrido”, que também possa atuar como analista de negócios. “Precisamos de alguém que possa conversar sobre negócios e ser um coletor de requerimentos, administrador de projetos e desenvolvedor de software, todos em um”, ele diz. Kilgore também precisa de desenvolvedores com habilidade em código aberto – um talento raro, segundo ele – e profissionais familiarizados com as ferramentas da Microsoft para ERP e partes de marketing inteligente do negócio.


Willmer afirma que faz sentido as companhias procurarem desenvolvedores com habilidades em outras áreas, como analistas ou até mesmo do setor de garantia de qualidade, já que os recrutadores estão preocupados com o custo do talento. “Eles estão se certificando de conseguir o máximo com seus recursos”, disse Willmer.


Os entrevistados da pesquisa da Computerworld também disseram que precisam de desenvolvedores para construir aplicações caseiras, como medida para economizar dinheiro. É o caso do administrador de serviços de informações da Covdien, James Sullivan.
Sullivan pretende adicionar em breve três ou quatro programadores/analistas com conhecimentos de negócios e experiências em Java ou .Net, além de compreensão de bancos de dados SQL. Isso representa um aumento de 25% em seus padrões de contratação, e é uma mudança em relação aos anos anteriores, nos quais ele procurava apenas habilidades de programação.
Um dos projetos da Covidien para 2010 é migrar de aplicações personalizadas de terceiros para aplicações comerciais de prateleira ou trazê-las de casa. Isso, segundo Sullivan, reduziria os gastos com fornecedores e consultorias, além de permitir ao seu grupo oferecer suporte e contornar as mudanças de negócios mais rapidamente. Isso se relaciona a uma tendência crescente na Convivien de aproveitar melhor os recursos existentes. “Se algo leva dez horas por dia, estamos perguntando como fazê-lo em uma hora”, afirmou Sullivan.

2. Help Desk/Suporte técnico


Não é surpresa que haverá uma forte demanda por pessoas nesse setor em 2010; a necessidade por técnicos de suporte tende a refletir as condições gerais dos negócios, afirmou Silver. “Conforme os negócios começam a melhorar, as companhias contraram mais pessoas, o que aumenta a demanda pela equipe de help desk”, ele explica.


Willmer diz que já percebe um aumento na demanda por help desk e suporte, especialmente em torno de companhias que fizeram muitos cortes nesse setor em 2009. “Eles podem se sair bem com isso por um determinado tempo, mas o problema ressurge e afeta as receitas”, completou Willmer.


3. Redes


A demanda por profissionais de rede, segundo Willmer, está relacionada à crescente complexidade das redes e ao estresse colocado sobre elas pela computação em nuvem e softwares como serviços.
O CIO da Energy Northwest, Keith Cooke, afirma que o setor de redes será uma área de foco em 2010. A sua companhia está usando cada vez mais vídeo e voz sobre rede IP, portanto precisará de engenheiros de rede, voz e rádio para tratar de atualizações e assegurar que elas se encaixem nos padrões federais.


4.Gestão de projetos


Silver vê a area de gestão de projetos como um setor que cresce em importância e um bom local para profissionais de tecnologia interessados em ampliar suas carreiras. “Profissionais que entendem a tecnologia e como ela se encaixa nas estratégias de negócios são os mais valiosos, recebem mais e tem as melhores carreiras”, afirmou Silver.


5. Segurança


Willmer vê relação entre a demanda por habilidades de segurança e a economia ainda cambaleante. “A maior ameaça para as companhias são as falhas em sua própria equipe. Quando se muda a equipe e enfrenta empregados insatisfeitos, as chances de uma fraude de rede ou infração de segurança aumentam", afirma.
Enquanto isso, Cooke, está concentrado em contratar pessoas com habilidades em segurança cibernética. “Dez anos atrás, não nos preocupávamos – como líderes de nossas companhias – com questões como senhas. Agora estamos nos certificando de apoiar senhas complexas. É uma nova realidade”, afirmou Cooke.



Segurança é uma habilidade sempre procurada, segundo Silver. “Se você souber como ajudar a manter seguras as informações da sua companhia, ela será sua casa para sempre.”


6. Inteligência de negócios


Os entrevistados pela Computerworld classificaram a inteligência de negócios (BI, em inglês) como sexta colocada em importância. Mas, para Kilgore, BI é uma prioridade maior. “Como uma organização de tamanho menor, estamos atrasados na questão da BI. Não temos a verba para fazer um ano de trabalho R&D, portanto precisamos nos virar”, afirmou Kilgore.
Já Sullivan gostaria de encontrar um arquiteto de dados para ajudar na conversão da Covidien em uma corporação de nível padrão. Mais importante do que um especialista de BI, no entanto, são programadores/analistas que podem relacionar o conteúdo de tabelas, bancos de dados e estruturas de informações aos requerimentos de negócios. “Acho que isso vale mais para nós neste estágio de estabelecimento de BI e uso pelo setor de negócios”, afirmou Sullivan.

7º Project Management Energy, Oil & Gas Brazilian Meeting

Participe do grande evento internacional do ano na área de Gerenciamento de Projetos para o mercado de Energia.


Palestras inéditas de profissionais com experiências de sucesso em importantes empresas do setor. Um debate único dos rumos do mercado, desafios, tendências e perspectivas para a área de gerenciamento de projetos no setor de energia.


9 de Abril de 2010
Rio de Janeiro - RJ

Edifício FIRJAN - Av. Graça Aranha, 01 - Centro (Esq. c/ a rua Santa Luzia)

Acesse agora mesmo o site: www.pmirio.org.br/oilgas e faça sua inscrição.


Informações: (21) 2516-0707 / (21) 2516 0737 ou energyoilgas@optionbrasil.com.br

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Desculpe qualquer coisa

Todo mundo fica pedindo desculpas: desculpe o atraso no vôo, desculpe porque esqueci de abrir o vinho, desculpe pelo atraso na reunião, desculpe pelo atraso no envio da fatura, desculpe pelo sistema ter ficado fora do ar, desculpe, desculpe, desculpe. Faço pelo menos três vôos por semana e, em pelo menos 90 % deles (ou seja, entre dois e três), ouço pedidos de desculpas pelo atraso. Embora cortês e sempre recomendável, o pedido de desculpas pode se tornar irritante quando o erro acontece toda a hora (como é o caso dos atrasos nos vôos). Além disto, há outra verdade que precisa ser dita: o simples fato de você pedir desculpas não apaga nem ameniza o efeito do seu erro. Portanto, pare de pedir desculpas e trate de arrumar o seu processo.


Quando pessoas se despedem, normalmente alguém fala: “... e desculpe qualquer coisa”. Como assim? Qualquer coisa? Você é tão inconsciente que você nem sabe se fez algo errado? E você acha que, se fez mesmo, esta frasezinha vai resolver tudo?


Todo erro precisa ter um ônus para quem o cometeu. É a melhor forma de aprender. Se não for assim, o pedido de desculpas, que não custa nada, parece ser o jargão preferido dos incompetentes. Todo pedido de desculpas deveria ser acompanhado de um ônus e de um plano de ação para que a causa do erro seja eliminada e para que o problema não se torne recorrente.


“Certo de sua compreensão” também é outra expressão do mesmo nível. Na maioria dos casos, a “vítima” do erro não compreendeu, não desculpa e não aceita, mas não tem outro remédio senão prosseguir, o que pode passar a impressão de que está tudo bem. Engano grave, que leva muitas organizações a perderem clientes, faturamento e nem desconfiar por que. Afinal de contas, como me disse um empresário, “eu sempre pedi desculpas e achei que estava tudo bem. Aí uma parte dos meus clientes sumiu. O que eu fiz de errado, Mubarack?”.


Paulo Ricardo Mubarack


051 81 82 71 12


mubarack@terra.com.br
http://www.mubarack.com.br/